Bom terráqueos e
terráqueas, sem rodeios; PUBLIQUEI MEU LIVRO!
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Uma das versões da capa, cheia de simbolismos. Ainda derrapo no Photoshop. |
Olha, depois de meses e
meses de trabalho, de noites mal dormidas, de tanto quebrar a cabeça,
meu filhote “nasceu”. Via e-book, “Onde guardo teu coração”
já está disponível na plataforma Amazon
(https://www.amazon.com.br/dp/B09VD674F8).
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Contracapa. A moça do cabelo azul desbotado. |
Sou um escritor de primeira
viagem, nunca havia nem cogitado escrever um livro (ainda mais de
ficção), sou da área de exatas (engenharia). Mas eu sempre fui
muito bem na escola, nas redações, e eu lia muito, mas muito mesmo.
Há pelo menos uns 20 anos (na época da internet discada, do pulso
único depois da meia-noite. Bons tempos)) eu comecei a escrever
“resenhas” sobre filmes, em um site de entretenimento que
infelizmente já não existe mais, chamado FULANO (acredito que quem
tem tem a minha idade lembra-se desse site muito divertido, que ainda
dava muitos prêmios. Claro, era só uma brincadeira, era um
passatempo. Há uns bons anos passei a usar a plataforma que eu gosto
demais, chamada FILMOW (que é uma rede social para quem gosta de
filmes e séries), e lá também comecei a “resenhar”, criando
pequenos textos, acabei pegando gosto. Há alguns anos eu também
escrevia alguma coisa, alguns contos aleatórios (mas nada muito
sério), mas que acabaram morrendo junto com a CPU e HD do meu
antigo PC.
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www.fulano.com.br. Nas primórdios da internet do Brasil. |
Ok, sou formado em
engenharia, mas meus amigos próximos sabem que há alguns anos eu
revelei que gostaria de cursar jornalismo, mas na verdade não tinha
ânimo para encarar una nova faculdade. Mas por que o jornalismo?
Porque é uma profissão que trabalha com histórias, com as
palavras, e isso sempre me atraiu. Se me perguntassem qual a
profissão que mais me deixaria feliz hoje, eu diria que seria na
redação de um jornal (seja ele impresso, ou mesmo em uma
televisão). Mas não, não sou um jornalista, mas isso não me
impede de AMAR as palavras. Então por que não canalizar esse amor
através de um livro independente? Fui lá e fiz, e isso tudo começou
em um domingo, 19/12/2021, quando recebemos uma visita em minha casa.
(Não vou revelar quem é a
pessoa visitante. Quem sabe, sabe que ela é um ser iluminado. Te
amo.). Ela veio até nossa casa naquele domingo e me desafiou para
uma conversa franca. Nessa conversa, essa pessoa tocou em assuntos
bastante espinhosos da minha vida, e sobre coisas que travavam meu
desenvolvimento pessoal. Ela então me perguntou sobre algo que eu
gostaria de fazer, mas que ainda não tinha feito na vida. Respondi,
descrevendo coisas impossíveis e outras possíveis, e entre elas
descrevi que tinha vontade de escrever um livro. Inteligente e
influenciadora como é, essa pessoa foi me apresentando todas as
possibilidades de mudança de vida que eu teria, desde que me
libertasse de certas amarras psicológicas. Então ela abriu meus
olhos e tirou todo o medo que eu tinha. No dia 20 eu comecei a
escrever o livro, e já naquela data 20 páginas foram escritas.
Serei eternamente grato a essa pessoa.
Sobre o livro, vou contar um
pouco (sem spoilers). Trata-se de
uma história de amor tragicômica, ao estilo “Eu, você e a pessoa
que vai morrer”. Eu digo que é um livro que me inspirou
(basicamente pela estrutura narrativa), mas eu sou influenciado por
muitos outros livros, de vários e vários gêneros. Até agora não
consegui categorizar meu livro, pois ele é uma mistureba: é um
romance dramático, é um suspense, é uma aventura adulta, é uma
obra satírica, é uma obra sobre tecnologia, é uma obra sobre o
meio ambiente, sobre a espiritualidade.
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Alguns livros influentes. |
O livro é protagonizado por
Lucilie e Ernestho, que foram um casal que se conhece “por acaso”.
Um casal disfuncional, mas que apenas querem conhecer a felicidade em
sua forma mais plena. Mas daí vem a vida e então prega uma peça no
casal. Cada capítulo é recado de surpresas e de personagens
secundários que ganham sua devida importância. Nada é o que parece
ser, uma surpresa em cada página. E no final deixo uma mensagem
extremamente importante para todos.
É repleto de referências,
mas só mesmo um olhar muito atento para descobrir cada uma delas.
Mas tem gente que me fala
“ah Ricardo, mas escrever um livro é moleza”, mas minha reposta
é NÃO, NÃO MESMO. Antes um leitor, eu achava até que seria fácil,
uma molezinha colocar as ideias no “papel”. Mero engano.
Digamos que quando iniciei a
escrita do livro estava muito empolgado: as ideias todas na cabeça,
o rascunho, o esqueleto já definido. Beleza, comecei a todo gás,
com novas ideias ao longo do processo, com a adição de novos
personagens (P.S.: um novo/a personagem que surgiu vai ser o/a
protagonista do segundo livro da trilogia. Mas isso é conversa para
outra hora), mas as coisas começaram a degringolar. Fui desanimando,
começando a escrever em um dia e apagar tudo no dia seguinte; as
ideias iniciais entraram em conflito; sabia como começar e terminar
a história, mas encontrei dificuldades no desenvolvimento de
histórias secundárias. Estava meio perdido. É Ricardo, acho que
já era.
Estava
desanimado mesmo, a ponto de desistir. Estava no notebook, dando uma
olhada no material, quando meu sobrinho de 8 anos apareceu. Rolou uma
conversa.
-
Tio, o que você tá fazendo?
-
Ah Miguel, estou escrevendo um livro, lembra?
-
Lembro sim. Então o tio vai ficar famoso?
-
Ah Miguel, não sei, não é assim que as coisas acontecem. Não é
tão fácil.
-
Mas tio, não desista dos
seus
sonhos…
- e então ele saiu e foi
brincar na sala.
Atônito
(eu adoro essa palavra), eu fiquei pensativo. Como é que pode, uma
criança de 8 anos, falar um coisa como essa, tão sincera, tão
madura? Como vocês vão descobrir em um capítulo do meu livro (
intitulado “Tudo aquilo que não entendemos”), existem
acontecimentos em nossas vidas que são realmente inexplicáveis:
como é que uma criança de apenas 8 anos consegue mudar o pensamento
de um adulto? Sim, eu iria desistir do livro, mas veio o meu sobrinho
e me fez mudar de ideia. Se hoje livro é hoje uma realidade, é por
causa dele. Ele mexeu mesmo
comigo.
Chamei-o
novamente e perguntei:
-
Miguel, fala um nome de um bandidão, para o tio colocar em um
personagem do meu livro.
Ele
ficou pensativo, e depois falou:
-
Cleitão.
-
Cleitão?
-
Sim tio, Cleitão. Um Cleiton bem grande.
E
assim foi nomeado um dos personagens da minha história, e
por causa do Miguel esse livro agora existe.
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É Ernestho, sua missão será dura. |
Eu
não tenho a pretensão de ser nada além de um bom contador de
histórias. Espero que gostem do meu livro, que me deem feedback's
necessários
pra que eu possa entregar algo melhor no próximo livro (por aqui,
através das minhas redes sociais, pelo Whatsapp para quem tem meu
número). “Onde
guardo teu coração” é apenas a primeira parte de uma trilogia,
que foi pensada durante o processo de criação do primeiro livro.
Apoiem
meu trabalho, adquiram meu e-book. Conto com a colaboração na
divulgação também compartilhando
os links com seus amigos e amigas, com seus conhecidos.
Não sou muito bom em
marketing, logo peço ajuda a todos nesse quesito.
Fiz
isso por mim e para vocês. Coloquei muito amor e dedicação nele,
https://www.amazon.com.br/dp/B09VD674F8
Paz
e luz a todos.